O Dia da Toalha é celebrado no dia 25 de maio como uma homenagem dos fãs ao autor da série O Guia do Mochileiro das Galáxias, Douglas Adams (Fonte: Wikipédia).
Segundo ele:
a toalha é um dos objetos mais úteis para um mochileiro interestelar. Em
parte devido a seu valor prático: você pode usar a toalha como agasalho
quando atravessar as frias luas de Beta de Jagla; pode deitar-se sobre
ela nas reluzentes praias de areia marmórea de Santragino V, respirando
os inebriantes vapores marítimos; você pode dormir debaixo dela sob as
estrelas que brilham avermelhadas no mundo desértico de Kakrafoon; pode
usá-la como vela para descer numa minijangada as águas lentas e pesadas
do rio Moth; pode umedecê-la e utilizá-la para lutar em um combate corpo
a corpo; enrolá-la em torno da cabeça para proteger-se de emanações
tóxicas ou para evitar o olhar da Terrível Besta Voraz de Traal (um
animal estonteantemente burro, que acha que, se você não pode vê-lo, ele
também não pode ver você -estúpido feito uma anta, mas muito, muito
voraz); você pode agitar a toalha em situações de emergência para pedir
socorro; e naturalmente pode usá-la para enxugar-se com ela se ainda
estiver razoavelmente limpa.
Porém o mais importante é o imenso valor psicológico da toalha. Por
algum motivo, quando um estrito (isto é, um não-mochileiro) descobre que
um mochileiro tem uma toalha, ele automaticamente conclui que ele tem
também escova de dentes, esponja, sabonete, lata de biscoitos,
garrafinha de aguardente, bússola, mapa, barbante, repelente, capa de
chuva, traje espacial, etc, etc. Além disso, o estrito terá prazer em
emprestar ao mochileiro qualquer um desses objetos, ou muitos outros,
que o mochileiro por acaso tenha “acidentalmente perdido”. O que o
estrito vai pensar é que, se um sujeito é capaz de rodar por toda a
Galáxia, acampar, pedir carona, lutar contra terríveis obstáculos, dar a
volta por cima e ainda assim saber onde está sua toalha, esse sujeito
claramente merece respeito.
Daí a expressão que entrou na gíria dos mochileiros, exemplificada na seguinte frase: “Vem cá, você sancha esse cara dupal, o Ford Prefect?
Taí um mingo que sabe onde guarda a toalha.” (Sancha: conhecer, estar
ciente de, encontrar, ter relações sexuais com; dupal: cara muito
incrível; mingo: cara realmente muito incrível).
